Um som roqueiro
Por Elvio Júnior
São encontros que afirma Alice Cooper "perfect". "E ainda sem espaço e tempo, nós pegaremos o vento" - Manowar - e pegamos. "Palmas" aos que acreditaram naquele momento da chegada e da saída, do encontro e da permanência. Únicos Foram Todos os dias, lado a lado. Uma poesia, uma música, um artigo sempre iguais ou afirmando e elogiando, isto é a amizade.
"O sonho é real, o sonho é real" cantava Iron Maiden, e reflito que agora são reais sim,pois nossos sonhos de estudantes, agora é uma realidade universitária. Hoje, passo a acreditar no que canta Metallica, "Eternamente confiando em quem somos"...
"Sangue & crença" - Blaze Bayley - um modo roqueiro, metaleiro de ser, mas também um modo simples e apaixonante de ver o mundo. Aceitar as diferenças e permanecer. Não, não você não è "Lúficer" do Black Sabbath, mas uma anja de preto.
Estarei "Pronto para o que der e vier" - AC/DC - acredite. Porque "Agora o tempo é certo para viver fora de todos nossos sonhos" - Manowar - pois a vida está em tempo real. Uma verdadeira "Loucura humana" - Macaca rocks - no ápice da vida, "Um Admirável Mundo Novo" - Iron Maiden.
È voltar ao início, viver o presente, aceitar o futuro que virá, estaremos um para o outro, amizade e adaptação. Agora, "Tudo Que Eu Posso Fazer É Escrever Sobre " - Lynyrd Skynyrd - você. Deixar as palavras dizerem e a vida responder.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Artigo de Opinião - Comunicação e a Loucura Humana
Comunicação e a loucura humana
Por Alessandra Costa Leite
Internet, televisão, rádio, iPods...muitos meios de comunicação chegam em nossa vida e participam dela como se fossem órgãos humanos, que fazem o nosso corpo funcionar. Bombardeiam nossos dias com tantas notícias que é bem possível que o ser humano ultrapasse a linha tênue que o separa da insanidade (se é que já não deu um salto mortal lá dentro).
As teorias da comunicação estudam justamente os meios de comunicação e sua influência no ser humano: como elas informam, distorcem, persuadem as pessoas. A Teoria Funcionalista é uma delas, que observa as funções e disfunções dos meios comunicadores. Então, podemos dizer que esse fenômeno informacional causa uma disfunção no ser humano, que é a loucura?
Sim, e posso provar: as pessoas ficam sem rumo quando se percebem desinformadas, mesmo que esta informação não vá lá fazer muita importância na sua vida. Há até uma propaganda de celular que reflete bem isso: as pessoas podem até estar na beira do precipício, mas não pode faltar bônus no celular.
Tamanha é a procura por informação que elas ficam viciadas nisso. Uma revista divulgou que agora existe um novo vício: a wikipédiamania ou wikipedicaólicos, em que certos internautas ficam o dia inteiro pesquisando alguma matéria que a Wikipédia não tenha para poderem escrever. Existem também jovens que ficam até se decompondo na frente do computador, procurando algum vídeo no Youtube que possam divulgar, para assim, dizerem que fez sucesso através deles. E a história de um sujeito, não me lembro se era japonês ou chinês, que morreu após jogar 72 horas no computador sem se alimentar?!
Vai chegar um dia em que a cabeça do ser humano vai explodir, ou o cérebro vai sair pelo nariz porque não agüenta tanta pressão informacional. E a insanidade humana vai ficar na história.
E, como tudo no mundo tem uma função e uma disfunção, uma ordem que nasce da desordem e vice-versa, talvez este fato ruim venha a fazer o bem: a Wikipedia finalmente vai ter artigos bem escritos e os celulares nunca vão faltar bônus.
Por Alessandra Costa Leite
Internet, televisão, rádio, iPods...muitos meios de comunicação chegam em nossa vida e participam dela como se fossem órgãos humanos, que fazem o nosso corpo funcionar. Bombardeiam nossos dias com tantas notícias que é bem possível que o ser humano ultrapasse a linha tênue que o separa da insanidade (se é que já não deu um salto mortal lá dentro).
As teorias da comunicação estudam justamente os meios de comunicação e sua influência no ser humano: como elas informam, distorcem, persuadem as pessoas. A Teoria Funcionalista é uma delas, que observa as funções e disfunções dos meios comunicadores. Então, podemos dizer que esse fenômeno informacional causa uma disfunção no ser humano, que é a loucura?
Sim, e posso provar: as pessoas ficam sem rumo quando se percebem desinformadas, mesmo que esta informação não vá lá fazer muita importância na sua vida. Há até uma propaganda de celular que reflete bem isso: as pessoas podem até estar na beira do precipício, mas não pode faltar bônus no celular.
Tamanha é a procura por informação que elas ficam viciadas nisso. Uma revista divulgou que agora existe um novo vício: a wikipédiamania ou wikipedicaólicos, em que certos internautas ficam o dia inteiro pesquisando alguma matéria que a Wikipédia não tenha para poderem escrever. Existem também jovens que ficam até se decompondo na frente do computador, procurando algum vídeo no Youtube que possam divulgar, para assim, dizerem que fez sucesso através deles. E a história de um sujeito, não me lembro se era japonês ou chinês, que morreu após jogar 72 horas no computador sem se alimentar?!
Vai chegar um dia em que a cabeça do ser humano vai explodir, ou o cérebro vai sair pelo nariz porque não agüenta tanta pressão informacional. E a insanidade humana vai ficar na história.
E, como tudo no mundo tem uma função e uma disfunção, uma ordem que nasce da desordem e vice-versa, talvez este fato ruim venha a fazer o bem: a Wikipedia finalmente vai ter artigos bem escritos e os celulares nunca vão faltar bônus.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Artigo de Opinião - Copa do mundo
Patriotismo brasileiro
Por Elvio Júnior
Dizer que é "patriota" pelo simples fato de torcer pela seleção brasileira na copa do mundo foi o que milhares de brasileiros fizeram. Mas, estar preparado para perder nem sempre foi uma característica brasileira. Agora é esperar a próxima copa para, talvez, se chegar ao "hexa".
Agendados para a copa de 2010 na África do Sul o mundo parou para presenciar, assistir ou estar na copa. No Brasil, o verde e o amarelo se destacaram e fizeram presença nas lojas, supermercados, empresas privadas e públicas e até nas residências de milhares de brasileiros.
Frente a uma TV ou um telão, pela transmissão da Rede Globo, ficamos cada vez mais distantes do mundo real, como ele verdadeiramente é. Já que para se ter um patriotismo, segundo a grande parte da sociedade, é preciso assistir a copa e vivenciá-la. Será que com estes fatores teremos uma sociedade melhor, mais brasileira? Ou estamos diante de um senso comum e agendados para “torcer”? È preciso antes de mais nada ter uma visão mais crítica.
Torcer, gritar, “vuvunzar” é mesmo emocionante. Mas, tanta torcida, tanto “patriotismo” não levou o Brasil a chegar ao hexa. Nas paredes, ruas, carros que foram pintados e escritos “hexa”, foram também devidamente apagados. O verde e o amarelo ficaram apenas nos rios, nas matas, no céu que por sinal são lindos e aonde são seus devidos lugares. Depois do jogo da derrota, o Brasil acordou mais triste e insatisfeito. Culparam os jogadores, técnico, cantores e até as superstições. Mas será que a culpa não foram desses “patriotas” que antes do início da copa já se diziam vencedores? Estar preparado para perder nem sempre é fácil, quando não se sabe perder e muito menos quando se diz vitorioso antes do resultado final.
Não é ser contra a copa do mundo e deixar de gostar e acreditar na seleção brasileira, pelo contrário, o que estou a afirmar é que precisamos deixar de estar agendados e não esquecer o mundo por causa de jogos. O que foi esquecido, também, foi de conciliar copa com o restante do mundo. Ser “patriota” é viver e querer uma sociedade mais igualitária, mais justa e talvez assim mais fraterna. Enquanto a globo transmitia a copa e milhares de pessoas paravam para assistir, outras tantas nem tinham como assistir, estavam no leito de hospitais, nas ruas abandonadas com fome e frio, e outras centenas sem casa por causa da enchente, como aconteceu no Nordeste brasileiro. È deste patriotismo que estou a falar, quando se tem solidariedade, compaixão com o próximo, esse é o amor pelo país – Brasil – e pelos brasileiros que devemos ter. Que por sinal, não vemos no dia-a-dia da sociedade.
Perder um jogo, uma copa do mundo não foi culpa de ninguém, mas mérito daqueles que jogaram melhor. E não foi tão trágico, como demostraram os “patriotas”, morrer por miséria, viver numa sociedade preconceituosa, além de não ter direitos de ir e vir, são bem piores. Saber perder e não contar vitória antes do resultado final são coisas que o brasileiro precisa aprender. Buscar uma sociedade melhor, garantir fraternidade e ser brasileiros o ano todo, talvez sejam ingredientes para se chegar ao verdadeiro significado do que é patriotismo. E assim, perder poderá ser mais fácil na próxima copa.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Artigo de opinião - Dia mundial do Rock
Dia Mundial do Rock
Por Patricia Vera
A mistura dos gêneros blues, rhythm & blues e o country são ingredientes básicos para o nascimento do rock´n roll. Pergunto-me, só basta isso?Com certeza não. Atitude é a palavra tão aclamada por todos que gostam deste estilo, não basta tê-los nos riffs da guitarra elétrica ou na voz apreciada do vocalista. Essa característica vem de todos os integrantes do grupo... Energias que se unem e fazem o que realmente querem,ou seja, o melhor, ou ao menos tentam. O resultado disto é ouvido por diversas pessoas ao redor do Mundo inteiro.
“Rock Around the Clock" de Bill Haley ,“Johnny B. Goode”,do Chuck Berry, “tutti-frutti” do Little Richard,” "Great Balls of Fire"” do Jerry Lee Lewis são alguns dos sucessos criados ao longo dos anos 50 que ainda são reconhecidos e apreciados como “hits” do rock´n roll. Mas ao passar das décadas a divisão de subgêneros do rock começou a aparecer e junto com isso novos hits,novas bandas fazendo com que ampliasse e mostrasse que esse estilo não é limitado.
Rock´n rol, rockabilly, doo-woop, folk rock, surf-music, garage rock, rock psicodélico, rock progressivo, glam rock, hard rock, heavy metal, Arena rock, punk-rock, New-Wave, Glam metal, rock alternativo, emo-core, hard-core… São tantos tipos que às vezes me perco ao tentar defini-los. O melhor é ouvir todos com calma e esperar aquela energia possuir sua audição a ponto de você querer começar a cantar junto, dançar, pular... Seja lá o que for!
Rock é magnetismo, é chegar e bater a porta com o pé, é segurança nas letras inseguras. Hoje, é dia de cantar a história do rock contada por AC/DC em “Let there be rock” ou festejar esse dia com “ celebrate” da Doro Pesch. O que eu espero do rock´n roll daqui para frente estão na música “glory,majesty,unity” do Manowar,que diz: “Glory, majesty, unity ...Hail,hail,hail” (Gloria, majestade, harmonia.Saúdem,saúdem,saúdem). E assim, “For those about rock, we salute you”(AC/DC) (“Para aqueles que curtem rock, Nós saudamos vocês" – AC/DC).
Por Patricia Vera
A mistura dos gêneros blues, rhythm & blues e o country são ingredientes básicos para o nascimento do rock´n roll. Pergunto-me, só basta isso?Com certeza não. Atitude é a palavra tão aclamada por todos que gostam deste estilo, não basta tê-los nos riffs da guitarra elétrica ou na voz apreciada do vocalista. Essa característica vem de todos os integrantes do grupo... Energias que se unem e fazem o que realmente querem,ou seja, o melhor, ou ao menos tentam. O resultado disto é ouvido por diversas pessoas ao redor do Mundo inteiro.
“Rock Around the Clock" de Bill Haley ,“Johnny B. Goode”,do Chuck Berry, “tutti-frutti” do Little Richard,” "Great Balls of Fire"” do Jerry Lee Lewis são alguns dos sucessos criados ao longo dos anos 50 que ainda são reconhecidos e apreciados como “hits” do rock´n roll. Mas ao passar das décadas a divisão de subgêneros do rock começou a aparecer e junto com isso novos hits,novas bandas fazendo com que ampliasse e mostrasse que esse estilo não é limitado.
Rock´n rol, rockabilly, doo-woop, folk rock, surf-music, garage rock, rock psicodélico, rock progressivo, glam rock, hard rock, heavy metal, Arena rock, punk-rock, New-Wave, Glam metal, rock alternativo, emo-core, hard-core… São tantos tipos que às vezes me perco ao tentar defini-los. O melhor é ouvir todos com calma e esperar aquela energia possuir sua audição a ponto de você querer começar a cantar junto, dançar, pular... Seja lá o que for!
Rock é magnetismo, é chegar e bater a porta com o pé, é segurança nas letras inseguras. Hoje, é dia de cantar a história do rock contada por AC/DC em “Let there be rock” ou festejar esse dia com “ celebrate” da Doro Pesch. O que eu espero do rock´n roll daqui para frente estão na música “glory,majesty,unity” do Manowar,que diz: “Glory, majesty, unity ...Hail,hail,hail” (Gloria, majestade, harmonia.Saúdem,saúdem,saúdem). E assim, “For those about rock, we salute you”(AC/DC) (“Para aqueles que curtem rock, Nós saudamos vocês" – AC/DC).
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Crônica - Humildade
Humildade
Por Elvio Júnior
Por Elvio Júnior
Olho, volto meu olhar novamente para aquelas roupas. Custam R$ 350, são apenas três notas de cem reais e uma de cinquenta. Aquela calça e a camisa estão tão distantes de mim, que tédio...eu não posso.
Ando mais um pouco por aquele imenso shopping, outra loja, percebo um rapaz bem vestido e elegante. Olha, compra e leva várias roupas...que inveja, está é a lógica de quem tem dinheiro.
Voltei a primeira loja, pedi que mostrasse a roupa da vitrine. Seu pensamento foi tão forte que chegou a mim: "Vai olha e olhar, no final não irá levar nada. " Sai sem nenhuma sacola. Triste não, é deprimente. Os R$350 passavam longe do meu cartão de crédito e do bolso da minha "surrada" calça.
Parei, sentei e comecei a pensar na palavra inveja, por quê ela existe? Talvez sem ela eu poderia conquistar e ter mais...roupas e calçados, quem sabe. Naquele instante passava um senhor, já idoso que me pedia algumas moedas para comprar roupas e cobertores aos mendigos, já que o inverno estava próximo a chegar. Humildade foi o que percebi no olhar e no gesto daquele senhor. Enquanto eu desejava tantas roupas e calçados caros, aquele homem se preocupava com simples pessoas que passavam frio.
A calça e a camisa que eu queria, não iria nem ao menos disfarçar o frio que no inverno sentiria. E os R$350 poderiam compra diversos cobertores para aqueles mendigos.
R$ 20 foi o que eu dera à aquele homem que merecia as melhores coisas do mundo.
"Obrigado!".Foi o que ele me disse, sem pedir ou querer mais. Somente aquilo. Que inveja daquele homem.
Poema - De repente
De repente
Por Elvio Júnior
De repente algumas gotas de alegria caem do céu. As coisas já não são aquelas coisas. O mundo começa a ser possível. È um sonho? Talvez, e que bom estar nele.
De repente eu escuto um som triunfante da vida. As pessoas dançando, ouvindo a noite, querendo o dia, e passam a estar umas com as outras.
De repente eu abro a Bíblia e leio "Escolhi o caminho da verdade" - Salmo 119 - 30. Parece que o mundo, Deus conspiram em favor do bem.
De repente aquela letra da Bonnier Tyler, e depois da Laura Fabian parecem já dizerem a mesma coisa. A noite e o vento, o dia e o amanhecer.
Repentinamente somos "o tempo não para" de Cazuza. O tempo e o espaço ou somente aqui? ou será ali? ainda " construo com ouro e sedas em salas supostas" - Maria Bethânia- ...construo as certezas.
Agora, a vida não faz parte somente daquilo que é intenso, mas daquilo que é!
De repente, repentinamente, agora. Já dizia Bonnier Tyler "às vezes descubro que não a nada melhor." È, felizmente, a vida! A qual estamos inclusos.
Por Elvio Júnior
De repente algumas gotas de alegria caem do céu. As coisas já não são aquelas coisas. O mundo começa a ser possível. È um sonho? Talvez, e que bom estar nele.
De repente eu escuto um som triunfante da vida. As pessoas dançando, ouvindo a noite, querendo o dia, e passam a estar umas com as outras.
De repente eu abro a Bíblia e leio "Escolhi o caminho da verdade" - Salmo 119 - 30. Parece que o mundo, Deus conspiram em favor do bem.
De repente aquela letra da Bonnier Tyler, e depois da Laura Fabian parecem já dizerem a mesma coisa. A noite e o vento, o dia e o amanhecer.
Repentinamente somos "o tempo não para" de Cazuza. O tempo e o espaço ou somente aqui? ou será ali? ainda " construo com ouro e sedas em salas supostas" - Maria Bethânia- ...construo as certezas.
Agora, a vida não faz parte somente daquilo que é intenso, mas daquilo que é!
De repente, repentinamente, agora. Já dizia Bonnier Tyler "às vezes descubro que não a nada melhor." È, felizmente, a vida! A qual estamos inclusos.
Reportagem - Fundação Pioneiros Mirins
Reestruturação do Pioneiros Mirins e a espera dos que precisam
Por Elvio Júnior Marques
A Fundação Pioneiros Mirins que beneficia crianças e adolescentes, de 6 a 14 anos, em todo o estado do Tocantins passa por um processo de reestruturação administrativa, mas ainda há alguns problemas estruturais nos núcleos. O setor Santa Bárbara, em Palmas, é um exemplo de problemas em virtude da falta de estrutura física adequada para com o programa que tenta erradicar o risco social ou pessoal, decorrente da pobreza.
A Fundação:
Atender crianças e adolescentes em vulnerabilidade social com reforço escolar, proporcionar momentos culturais e educacionais são alguns dos objetivos da Fundação Pioneiros Mirins, um programa governamental socioeducativo.
Para participar do Pioneiros, a criança ou adolescente deve estar regularmente matriculada, frequência escolar devidamente exercida e pertencer a famílias com renda per capita de até dois salários mínimos. Os beneficiários participam de atividades no contra turno escolar e as famílias recebem uma bolsa de complementariedade no valor de R$ 45,00.
Muitos dos locais de atendimento a essas crianças são em escolas que o próprio governo com ajuda das prefeituras cumprem em arranjar, já que uma boa estrutura escolar faz parte do processo de ensino-aprendizagem.
Santa Bárbara
No setor Santa Bárbara, em Palmas, a falta de uma boa estrutura física é o problema diário enfrentado pelos funcionários e os beneficiários da Fundação Pioneiros Mirins. Tudo começou há dois anos quando o prédio em que funcionava o núcleo foi fechado para reformas. Depois de todo esse tempo o antigo prédio se encontra em péssimas condições com matos altos, estrutura destruída por vândalos, lixos cercam o local, além de ser um ambiente de perigo noturno.
Com a ajuda da comunidade local e apoio da prefeitura o Pioneiros Mirins passou a funcionar em um prédio no Centro Geração de Renda da Organização dos Lideres de Quadra em Santa Bárbara. Os 250 beneficiários ficam numa única sala de aula, além da cantina da Organização e a outra sala que é destinada à administração, coordenação, secretaria, almoxarifado e biblioteca que funcionam num mesmo ambiente. Estas são as três únicas salas disponíveis ao Pioneiros Mirins.
A coordenadora Maria da Cruz de Souza Afonso e a Administradora Vanilde Teixeira de Souza afirmam que fora solicitado, ano passado, um prédio próprio ou que ao menos solucionasse o antigo núcleo, mas não houve resposta por parte da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Social - SETAS, a qual era diretamente responsável pelos núcleos. Ainda, segundo elas, é também de difícil execução, devido a falta de espaço escolar, trabalhos extraclasse como jogos, palestras e momentos culturais.
O Presidente da Fundação Pioneiros Mirins, Rosaldo Ribeiro de Faria, afirma que são muitas as propostas para o corrente ano. Com a ajuda das parcerias, segundo ele, poderão solucionar alguns problemas, como este de Santa Bárbara. No primeiro momento é realizado um levantamento daquilo que precisa ser solucionado a começar pelos núcleos maiores, Palmas, onde Santa Bárbara está incluso, além de Araguaína e Gurupi, em prol de resolver estes problemas. E até que se resolva a reforma do antigo prédio de Santa Barbara é previsto mais duas salas ao núcleo., no Centro Geração de Renda.
Por Elvio Júnior Marques
A Fundação Pioneiros Mirins que beneficia crianças e adolescentes, de 6 a 14 anos, em todo o estado do Tocantins passa por um processo de reestruturação administrativa, mas ainda há alguns problemas estruturais nos núcleos. O setor Santa Bárbara, em Palmas, é um exemplo de problemas em virtude da falta de estrutura física adequada para com o programa que tenta erradicar o risco social ou pessoal, decorrente da pobreza.
A Fundação:
Atender crianças e adolescentes em vulnerabilidade social com reforço escolar, proporcionar momentos culturais e educacionais são alguns dos objetivos da Fundação Pioneiros Mirins, um programa governamental socioeducativo.
Para participar do Pioneiros, a criança ou adolescente deve estar regularmente matriculada, frequência escolar devidamente exercida e pertencer a famílias com renda per capita de até dois salários mínimos. Os beneficiários participam de atividades no contra turno escolar e as famílias recebem uma bolsa de complementariedade no valor de R$ 45,00.
Muitos dos locais de atendimento a essas crianças são em escolas que o próprio governo com ajuda das prefeituras cumprem em arranjar, já que uma boa estrutura escolar faz parte do processo de ensino-aprendizagem.
Santa Bárbara
No setor Santa Bárbara, em Palmas, a falta de uma boa estrutura física é o problema diário enfrentado pelos funcionários e os beneficiários da Fundação Pioneiros Mirins. Tudo começou há dois anos quando o prédio em que funcionava o núcleo foi fechado para reformas. Depois de todo esse tempo o antigo prédio se encontra em péssimas condições com matos altos, estrutura destruída por vândalos, lixos cercam o local, além de ser um ambiente de perigo noturno.
Com a ajuda da comunidade local e apoio da prefeitura o Pioneiros Mirins passou a funcionar em um prédio no Centro Geração de Renda da Organização dos Lideres de Quadra em Santa Bárbara. Os 250 beneficiários ficam numa única sala de aula, além da cantina da Organização e a outra sala que é destinada à administração, coordenação, secretaria, almoxarifado e biblioteca que funcionam num mesmo ambiente. Estas são as três únicas salas disponíveis ao Pioneiros Mirins.
A coordenadora Maria da Cruz de Souza Afonso e a Administradora Vanilde Teixeira de Souza afirmam que fora solicitado, ano passado, um prédio próprio ou que ao menos solucionasse o antigo núcleo, mas não houve resposta por parte da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Social - SETAS, a qual era diretamente responsável pelos núcleos. Ainda, segundo elas, é também de difícil execução, devido a falta de espaço escolar, trabalhos extraclasse como jogos, palestras e momentos culturais.
O Presidente da Fundação Pioneiros Mirins, Rosaldo Ribeiro de Faria, afirma que são muitas as propostas para o corrente ano. Com a ajuda das parcerias, segundo ele, poderão solucionar alguns problemas, como este de Santa Bárbara. No primeiro momento é realizado um levantamento daquilo que precisa ser solucionado a começar pelos núcleos maiores, Palmas, onde Santa Bárbara está incluso, além de Araguaína e Gurupi, em prol de resolver estes problemas. E até que se resolva a reforma do antigo prédio de Santa Barbara é previsto mais duas salas ao núcleo., no Centro Geração de Renda.
Reportagem - Homofobia
Saber lidar com as diferenças
Vítima de homofobia no Tocantins perdoa seu agressor
Por ALessandra Leite, Elvio Júnior e Patricia Vera
“Levei cadeiradas, chutes, murros...fiquei sem reação, entrei em choque, com tantas agressões”, conta Thassio Carvalho Paz, depois de ser agredido por um homofóbico no mês de maio . Este caso aconteceu em Paraíso, uma cidade do interior de Tocantins, onde a homofobia é confirmada mais uma vez como preconceito existente na sociedade.
A existência da homofobia é cada vez mais notório no estado do Tocantins. O índice de casos contra homossexuais ainda é baixo, mas existe segundo Associação Grupo Ipê Amarelo Pela Livre Orientação Sexual (Giama). A pesquisa realizada pela Associação mostra que desde dezembro de 2009 foram atendidas 48 pessoas no Centro de Referência em Direitos Humanos e Combate a Homofobia de Palmas.
Em maio deste ano, 2010, mais um caso é confirmado em Paraíso do Tocantins: um jovem de 17 anos, estudante e homossexual é agredido no âmbito escolar. Thassio Carvalho Paz afirma “Em sala de aula sofri vários preconceitos por um colega e me senti ameaçado”. Ele ainda complementa que depois de tantos insultos a presença dele incomodou bastante o colega, que o agrediu. “Entrei em choque e desmaiei depois das agressões”, conta.
Como o ocorrido envolveu menores e aconteceu dentro da unidade escolar, o caso foi encaminhado ao Conselho Tutelar da cidade. “Garantir os direitos da criança e do adolescente, direcionar para uma psicóloga e fazer um procedimento para a delegacia são os trabalhos do Conselho Tutelar”, afirma Iara Alves Cortéz Lima, Conselheira.
“Desprezo da sociedade e preconceito”, essas são algumas características da homofobia, afirmou a Psicóloga Marculina Barros de Carvalho Bolwerk. De acordo com a psicóloga, muitos paradigmas em relação ao homossexual foram quebrados pela sociedade, como o fato da Organização Mundial da Saúde não considerar mais homossexualidade uma doença. “O problema é cultural, pois as pessoas ainda não sabem viver com a diferença”, complementa. Segundo a própria psicóloga, os homofóbicos precisam de tratamento, pois são pessoas que não controlam suas atitudes, se incomodam com a presença do gay .
A vítima Thassio Carvalho percebeu que os processos realizados pela Justiça poderiam gerar novos casos de homofobia pelo agressor. Então, a atitude da vítima foi a construção de uma amizade, e ele resolveu perdoar o estudante que o agrediu. “Ele via minha orientação sexual como um bicho de sete cabeças, e hoje ele consegue perceber que podemos conviver com as diferenças”, diz Thassio. No entanto, o caso ainda está em andamento pela Delegacia da Infância e Juventude de Paraíso, já que a justiça precisa tomar medidas cabíveis.
“O grande problema da homofobia não são os gays, são as pessoas que não sabem lidar com as diferenças”, afirma a psicóloga.
Vítima de homofobia no Tocantins perdoa seu agressor
Por ALessandra Leite, Elvio Júnior e Patricia Vera
“Levei cadeiradas, chutes, murros...fiquei sem reação, entrei em choque, com tantas agressões”, conta Thassio Carvalho Paz, depois de ser agredido por um homofóbico no mês de maio . Este caso aconteceu em Paraíso, uma cidade do interior de Tocantins, onde a homofobia é confirmada mais uma vez como preconceito existente na sociedade.
A existência da homofobia é cada vez mais notório no estado do Tocantins. O índice de casos contra homossexuais ainda é baixo, mas existe segundo Associação Grupo Ipê Amarelo Pela Livre Orientação Sexual (Giama). A pesquisa realizada pela Associação mostra que desde dezembro de 2009 foram atendidas 48 pessoas no Centro de Referência em Direitos Humanos e Combate a Homofobia de Palmas.
Em maio deste ano, 2010, mais um caso é confirmado em Paraíso do Tocantins: um jovem de 17 anos, estudante e homossexual é agredido no âmbito escolar. Thassio Carvalho Paz afirma “Em sala de aula sofri vários preconceitos por um colega e me senti ameaçado”. Ele ainda complementa que depois de tantos insultos a presença dele incomodou bastante o colega, que o agrediu. “Entrei em choque e desmaiei depois das agressões”, conta.
Como o ocorrido envolveu menores e aconteceu dentro da unidade escolar, o caso foi encaminhado ao Conselho Tutelar da cidade. “Garantir os direitos da criança e do adolescente, direcionar para uma psicóloga e fazer um procedimento para a delegacia são os trabalhos do Conselho Tutelar”, afirma Iara Alves Cortéz Lima, Conselheira.
“Desprezo da sociedade e preconceito”, essas são algumas características da homofobia, afirmou a Psicóloga Marculina Barros de Carvalho Bolwerk. De acordo com a psicóloga, muitos paradigmas em relação ao homossexual foram quebrados pela sociedade, como o fato da Organização Mundial da Saúde não considerar mais homossexualidade uma doença. “O problema é cultural, pois as pessoas ainda não sabem viver com a diferença”, complementa. Segundo a própria psicóloga, os homofóbicos precisam de tratamento, pois são pessoas que não controlam suas atitudes, se incomodam com a presença do gay .
A vítima Thassio Carvalho percebeu que os processos realizados pela Justiça poderiam gerar novos casos de homofobia pelo agressor. Então, a atitude da vítima foi a construção de uma amizade, e ele resolveu perdoar o estudante que o agrediu. “Ele via minha orientação sexual como um bicho de sete cabeças, e hoje ele consegue perceber que podemos conviver com as diferenças”, diz Thassio. No entanto, o caso ainda está em andamento pela Delegacia da Infância e Juventude de Paraíso, já que a justiça precisa tomar medidas cabíveis.
“O grande problema da homofobia não são os gays, são as pessoas que não sabem lidar com as diferenças”, afirma a psicóloga.
Poesia - Ao redor do Mundo
Ao redor do mundo
Por Patricia Vera
Dizeres se repetem em um texto inacabado
Céus se misturam em um só
Corações partidos,outro adeus deixado
Lágrimas que viram riso e se tornaram um nó.
Beleza e velhice fazem guerra de braço
O qual seu caminho nos levam a engolir sapos.
Medo é o nosso próprio embaraço
Mãe e filho jogam-se contra a parede,viram trapos.
Crema-se o riso da primavera
aborta-se a alegria do verão
O inverno dos sonhos já era
As folhas de Outono não trazem mais paixão.
A escuridão remete alerta
neste túnel que nos ameaça
Volta e meia,onde está a porta aberta?
E eu só digo:-Criança,me abraça.
Por Patricia Vera
Dizeres se repetem em um texto inacabado
Céus se misturam em um só
Corações partidos,outro adeus deixado
Lágrimas que viram riso e se tornaram um nó.
Beleza e velhice fazem guerra de braço
O qual seu caminho nos levam a engolir sapos.
Medo é o nosso próprio embaraço
Mãe e filho jogam-se contra a parede,viram trapos.
Crema-se o riso da primavera
aborta-se a alegria do verão
O inverno dos sonhos já era
As folhas de Outono não trazem mais paixão.
A escuridão remete alerta
neste túnel que nos ameaça
Volta e meia,onde está a porta aberta?
E eu só digo:-Criança,me abraça.
Poema - Reflexo
Reflexo
Por Patricia Vera
Teu rosto mascarado por pinturas...Na noite anterior fora revelado, assim como teu simplório ser, inexplorado.O teu riso disfarçado, e por vezes mostrado...Prova teu nervosismo e sua felicidade, mesmo que calado.Como um início de um bolero...Conquistara-me a cada passo, um riso meu...Embalado pelo compasso da tua voz, que com palavras ligeiras,não me esqueceu.Relembrou-me de cada momento que na distância passamos,só que naquele instante,de rosto colado.A magia do encontro aumentara a cada olhar...Uma perca dos sentidos do sonhar.Envolvimento notório até no caminhar...Onde corpos de alguma forma queriam grudar...E a partir dali, senti o abraço mais carinhoso que eu pudera imaginar...Luzes que refletem com a mais pura calma...Eu não consigo descrever o quanto meu sorriso está mais forte
agora...Permaneça,mesmo que não fique...Eu encontrei meu reflexo.
Por Patricia Vera
Teu rosto mascarado por pinturas...Na noite anterior fora revelado, assim como teu simplório ser, inexplorado.O teu riso disfarçado, e por vezes mostrado...Prova teu nervosismo e sua felicidade, mesmo que calado.Como um início de um bolero...Conquistara-me a cada passo, um riso meu...Embalado pelo compasso da tua voz, que com palavras ligeiras,não me esqueceu.Relembrou-me de cada momento que na distância passamos,só que naquele instante,de rosto colado.A magia do encontro aumentara a cada olhar...Uma perca dos sentidos do sonhar.Envolvimento notório até no caminhar...Onde corpos de alguma forma queriam grudar...E a partir dali, senti o abraço mais carinhoso que eu pudera imaginar...Luzes que refletem com a mais pura calma...Eu não consigo descrever o quanto meu sorriso está mais forte
agora...Permaneça,mesmo que não fique...Eu encontrei meu reflexo.
Crônica - A praça
A praça
Por Célia Cristina de Moura
Todos os dias, à tarde, ele saia da sua casa e se dirigia a praça. Lá, passava horas observando coisas ao seu redor como: o parque com crianças brincando, árvores, flores, passarinhos cantando, pessoas caminhando pela praça. Como ele adorava aquela praça!
Certo dia, começou a notar que lá estavam sempre as mesmas pessoas fazendo os mesmo movimentos, os pássaros pareciam os mesmos, as crianças brincavam nos mesmos brinquedos e tudo parecia estar sempre igual.
Alguns anos se passaram e sua rotina continua a mesma. Todos os dias às 5 horas da tarde, ele estava lá. E percebeu que a praça não era mais a mesma. Algo ali havia mudado. As crianças haviam crescido, outras nem iam mais à praça. Os pássaros que cantavam por lá já não se ouviam seus sons. Tudo parecia ter mudado. Naquele momento ele percebeu uma coisa; algo que, durante anos de sua vida, não havia notado. Olhou para si, naquela praça cheia de mudanças e viu que, somente ele, não havia mudado.
Por Célia Cristina de Moura
Todos os dias, à tarde, ele saia da sua casa e se dirigia a praça. Lá, passava horas observando coisas ao seu redor como: o parque com crianças brincando, árvores, flores, passarinhos cantando, pessoas caminhando pela praça. Como ele adorava aquela praça!
Certo dia, começou a notar que lá estavam sempre as mesmas pessoas fazendo os mesmo movimentos, os pássaros pareciam os mesmos, as crianças brincavam nos mesmos brinquedos e tudo parecia estar sempre igual.
Alguns anos se passaram e sua rotina continua a mesma. Todos os dias às 5 horas da tarde, ele estava lá. E percebeu que a praça não era mais a mesma. Algo ali havia mudado. As crianças haviam crescido, outras nem iam mais à praça. Os pássaros que cantavam por lá já não se ouviam seus sons. Tudo parecia ter mudado. Naquele momento ele percebeu uma coisa; algo que, durante anos de sua vida, não havia notado. Olhou para si, naquela praça cheia de mudanças e viu que, somente ele, não havia mudado.
Editorial - VI Salão do livro do Tocantins
Da leitura à política
por Elvio Júnior Marques
A leitura acelera a educação ou acelera a política? Este foi o maior questionamento do VI Salão do Livro do Tocantins. Grandes investimentos, os quais não obtiveram lucros grandiosos. Cenário político, e os livros e seus leitores como segundo plano.
É notável que a leitura movimenta, ajuda e contribui com a educação. O salão do livro no Estado do Tocantins despertou interesse da população regional. Com homenagem a dois escritores Carlos Drummond de Andrade e Odir Rocha (escritor e médico do Tocantins). Editoras, autores e artistas e uma grande quantidade de livros numa enorme estrutura. Benefício aos leitores e também aos servidores do estado, cerca de 21 mil trabalharam no local. Além do Vale-livro ou Cartão-livro utilizado como privilégio dos professores da rede estadual de Ensino Tocantins. Estes foram os lados positivos apenas.
Dos R$ 8,6 milhões de investimentos no Salão somente R$ 9 milhões faturados, ou seja, o lucro não foi atingido. 500 atrações, 500 mil livros vendidos de 500 editoras não supriram o objetivo de salão de livros. Pois, o foco maior que são os livros foram esquecidos proporcionalmente para dar lugar ao cenário politico. Basta analisar a frase chave do evento “A leitura acelera a educação” e comparar com o projeto governamental do Estado “Acelera Tocantins”. Esta é, infelizmente, umas das maiores “jogadas” políticas do Estado.
O cidadão tocantinense que, de alguma forma, tentou usufruir do salão se viu frente a um descaso. Horas e horas em filas extensas, com chuva e sol para assistir à atrações culturais. E se não bastasse lugares reservados as autoridades politicas e amigos destes.
Destaque politico se tornou a atração do VI salão do livro no Tocantins. O livro e a leitura foram somente aos interessados, porém não como maior objetivo do evento. Respeito aos cidadãos tocantinenses foi escasso do “dicionário” da Secretaria de Educação do Estado. É difícil garantir a verdadeira educação brasileira além da cidadania com tanta influência e persuasão política por mais superficial e indireta que seja. E a leitura desta vez acelerou apenas a política do Estado.
A leitura acelera a educação ou acelera a política? Este foi o maior questionamento do VI Salão do Livro do Tocantins. Grandes investimentos, os quais não obtiveram lucros grandiosos. Cenário político, e os livros e seus leitores como segundo plano.
É notável que a leitura movimenta, ajuda e contribui com a educação. O salão do livro no Estado do Tocantins despertou interesse da população regional. Com homenagem a dois escritores Carlos Drummond de Andrade e Odir Rocha (escritor e médico do Tocantins). Editoras, autores e artistas e uma grande quantidade de livros numa enorme estrutura. Benefício aos leitores e também aos servidores do estado, cerca de 21 mil trabalharam no local. Além do Vale-livro ou Cartão-livro utilizado como privilégio dos professores da rede estadual de Ensino Tocantins. Estes foram os lados positivos apenas.
Dos R$ 8,6 milhões de investimentos no Salão somente R$ 9 milhões faturados, ou seja, o lucro não foi atingido. 500 atrações, 500 mil livros vendidos de 500 editoras não supriram o objetivo de salão de livros. Pois, o foco maior que são os livros foram esquecidos proporcionalmente para dar lugar ao cenário politico. Basta analisar a frase chave do evento “A leitura acelera a educação” e comparar com o projeto governamental do Estado “Acelera Tocantins”. Esta é, infelizmente, umas das maiores “jogadas” políticas do Estado.
O cidadão tocantinense que, de alguma forma, tentou usufruir do salão se viu frente a um descaso. Horas e horas em filas extensas, com chuva e sol para assistir à atrações culturais. E se não bastasse lugares reservados as autoridades politicas e amigos destes.
Destaque politico se tornou a atração do VI salão do livro no Tocantins. O livro e a leitura foram somente aos interessados, porém não como maior objetivo do evento. Respeito aos cidadãos tocantinenses foi escasso do “dicionário” da Secretaria de Educação do Estado. É difícil garantir a verdadeira educação brasileira além da cidadania com tanta influência e persuasão política por mais superficial e indireta que seja. E a leitura desta vez acelerou apenas a política do Estado.
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