A praça
Por Célia Cristina de Moura
Todos os dias, à tarde, ele saia da sua casa e se dirigia a praça. Lá, passava horas observando coisas ao seu redor como: o parque com crianças brincando, árvores, flores, passarinhos cantando, pessoas caminhando pela praça. Como ele adorava aquela praça!
Certo dia, começou a notar que lá estavam sempre as mesmas pessoas fazendo os mesmo movimentos, os pássaros pareciam os mesmos, as crianças brincavam nos mesmos brinquedos e tudo parecia estar sempre igual.
Alguns anos se passaram e sua rotina continua a mesma. Todos os dias às 5 horas da tarde, ele estava lá. E percebeu que a praça não era mais a mesma. Algo ali havia mudado. As crianças haviam crescido, outras nem iam mais à praça. Os pássaros que cantavam por lá já não se ouviam seus sons. Tudo parecia ter mudado. Naquele momento ele percebeu uma coisa; algo que, durante anos de sua vida, não havia notado. Olhou para si, naquela praça cheia de mudanças e viu que, somente ele, não havia mudado.
Por Célia Cristina de Moura
Todos os dias, à tarde, ele saia da sua casa e se dirigia a praça. Lá, passava horas observando coisas ao seu redor como: o parque com crianças brincando, árvores, flores, passarinhos cantando, pessoas caminhando pela praça. Como ele adorava aquela praça!
Certo dia, começou a notar que lá estavam sempre as mesmas pessoas fazendo os mesmo movimentos, os pássaros pareciam os mesmos, as crianças brincavam nos mesmos brinquedos e tudo parecia estar sempre igual.
Alguns anos se passaram e sua rotina continua a mesma. Todos os dias às 5 horas da tarde, ele estava lá. E percebeu que a praça não era mais a mesma. Algo ali havia mudado. As crianças haviam crescido, outras nem iam mais à praça. Os pássaros que cantavam por lá já não se ouviam seus sons. Tudo parecia ter mudado. Naquele momento ele percebeu uma coisa; algo que, durante anos de sua vida, não havia notado. Olhou para si, naquela praça cheia de mudanças e viu que, somente ele, não havia mudado.
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